https://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/issue/feedRevista Coletânea2026-08-07T09:34:00-03:00D. Anselmo Chagas de Paiva OSBrevista.coletanea@corporativo.fsbrj.edu.brOpen Journal Systems<div class="page" title="Page 1"><div class="layoutArea"><div class="column"><p><span>COLETÂNEA é uma publicação semestral da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. A revista tem como objetivos o incentivo à pesquisa, a produção de conhecimento e a divulgação do pensamento filosófico e teológico, contribuindo para a integração da comunidade acadêmica em graduação e pós-graduação e para a promoção do intercâmbio de experiências com outras instituições do país e do exterior.</span></p></div></div></div>https://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/543Contra Constâncio2026-08-05T11:49:15-03:00D. Hilário Nogueira de Siqueira, OSBir.hilario@corporativo.msbrj.org.br2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 D. Hilário Nogueira de Siqueira, OSBhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/544A caridade e o fogo2026-08-05T11:57:48-03:00Ir. Marilene Gomes Pereira FCPPSrevista.coletânea@corporativo.fsbrj.edu.br2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ir. Marilene Gomes Pereira FCPPShttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/541Reflexões teológicas e pastorais, de Urbano Zilles2026-08-05T11:34:44-03:00Ir. Vanderlei de Limatoppaz1@gmail.com<p>Monsenhor Urbano Zilles, autor da presente obra, dispensa maiores apresentações ao público estudioso. É doutor em Teologia pela Universidade de Münster (Alemanha), onde conviveu com intelectuais do nível de Joseph Ratzinger (futuro cardeal e, depois, Papa Bento XVI), do teó logo Karl Rahner e do também teólogo e atual cardeal Walter Kasper, seu orientador na tese de doutorado. Tem vasto currículo enquanto professor, escritor, diretor e coordenador de cursos de graduação ou pós-graduação nas áreas da Filosofia e da Teologia, destacando-se – apenas a título de exemplo – como professor na pós graduação em Filosofia da Universidade Federal de Santa Maria (RS), embora tenha permanecido ligado à PUCRS de 1969 até 2016.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ir. Vanderlei de Limahttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/542A contribuição do livro O médico e o monge para o dilema entre a ciência e a fé2026-08-05T11:40:12-03:00Ana Lydia Sawaya, OSB Camal.sawaya@yahoo.com.br<p>Estamos hoje no melhor dos mundos para restabelecer o diálogo entre fé e ciência e criar pontes, e este é o mérito do livro O Médico e o Monge cujos autores são o médico Dr. Igor Barcellos Precinoti e o monge eremita de Charles de Foucauld Ir. Vanderlei de Lima. A Igreja deseja ardentemente esse diálogo, como vários de seus documentos das últimas décadas têm mostrado, mas também a ciência. Poucos duvidam que estamos em um momento de extrema necessidade de mudança em todos os âmbitos.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ana Lydia Sawaya, OSB Camhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/529Salmo 133 – Como é agradável viverem juntos os irmãos2026-08-05T09:42:32-03:00D. Anselmo Chagas de Paiva, OSBd.anselmo@corporativo.msbrj.org.br<p>O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a mensagem do Salmo 133 a partir de uma leitura espiritual do texto, que ressalta em seu conteúdo o agradável convívio entre irmãos. Como uma bem-aventurança, o salmo diz o que é importante na vida: viver de maneira afável como irmãos, pois isso dá mais sentido e beleza à nossa existência. A conclusão do salmo, no último versículo, ao mencionar a promessa de bênção e vida, evoca um elogio à união, estabelecendo uma relação entre esses elementos, caracterizados pelo relacionamento harmonioso entre irmãos, que traz a bênção de Deus, manifestada pela vida longa. Ressalta ainda o salmo que a vida só tem sentido se partilhada em um ambiente de irmãos, que gera amizade e mútua unidade.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 D. Anselmo Chagas de Paiva, OSBhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/530Uma perspectiva interdisciplinar de Lc 23,44-492026-08-05T09:56:45-03:00D. Basílio da Silva, OSBd.basilio@corporativo.msbrj.org.brElza Kawakami Savagetelzasavaget@me.com<p>Este artigo, fruto de mais de uma década de prática de lectio divina no âmbito do Grupo de Pesquisa da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro (GPFSB-RJ), propõe uma leitura interdisciplinar de Lc 23,44 49, articulando Teologia, Comunicação, História e Memória. A partir dos referenciais de Paul Ricoeur e Maurice Halbwachs, e de conceitos semióticos do movimento presentes na linguagem cinematográfica, analisa-se como a narrativa lucana integra elementos simbólicos, gestuais e imagéticos capazes de mobilizar a memória coletiva e a contemplação individual. A abordagem evidencia a presença de recursos expressivos – como enquadramentos, deslocamentos visuais e efeitos de luz e sombra – que antecipam técnicas posteriormente sistematizadas pelo cinema. A análise considera o papel da multidão como corpo comunicante e dos amigos e mulheres como núcleo silencioso da memória contemplativa, destacando a força performativa e formativa da Palavra. Conclui-se que a perícope estudada, ao entrelaçar experiência espiritual e linguagem do movimento, revela-se como espaço privilegiado de diálogo entre fé, arte e cultura.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 D. Basílio da Silva, OSB, Elza Kawakami Savagethttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/531 Empatia e Alteridade: de Edith Stein à Sociedade do Desempenho2026-08-05T10:06:36-03:00D. Pedro Rodrigues, OSBd.pedro@corporativo.msbrj.org.brD. Mauro Maia Fragoso, OSBmaurofragoso@gmail.com<p>Este artigo propõe uma investigação filosófica e interdisciplinar sobre o conceito de empatia (Einfühlung) na obra de Edith Stein, <br>articulando sua abordagem fenomenológica com contribuições da neurociência contemporânea e com o pensamento de autores como Buber, Lévinas, Ricœur e Byung-Chul Han. A partir da crítica ao psicologismo de Theodor Lipps, Stein redefine a empatia como um ato intencional que permite o acesso à consciência do outro, sem fusão emocional, preservando a alteridade. O estudo também explora as bases neurofenomenológicas da empatia, evidenciando a integração entre corpo e consciência como condição para o encontro intersubjetivo. Em contraste com a sociedade atual, marcada pela performatividade e pela crise da alteridade, a empatia steiniana emerge como gesto ético, encarnado e profundamente humano.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 D. Pedro Rodrigues, OSB, D. Mauro Maia Fragoso, OSBhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/532 “Bonecos de luxo”: Limites e consequências da vulnerabilidade na vida do presbítero2026-08-05T10:13:21-03:00Pe. Rafael Solanope.solano@professor.fsbrj.edu.br<p>O objetivo deste artigo é analisar e visualizar a luz de dois autores que trabalham e aprofundam o tema da vulnerabilidade os elementos mais exigentes dentro do processo formativo no qual muitos candidatos ao ministério, assim como bispos, presbíteros e consagrados sofrem por causa do histrionismo quer como patologia, quer como distúrbio proveniente do excesso de exposição e desejo exagerado de ser conhecido e amado. Os autores Winnicott e Imoda abordam o tema de modo concreto e claro permitindo que o leitor num futuro possa abordar com maior solidez o tema do desenvolvimento psíquico e afetivo a pessoa humana.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pe. Rafael Solanohttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/533O Legado do Ano Santo: Uma reflexão sobre a virtude teologal da esperança2026-08-05T10:24:11-03:00Douglas Alves Fontesrevista.coletânea@corporativo.fsbrj.edu.br<p>Após a conclusão do Ano Santo ordinário (2024-2025), o presente artigo busca apresentar o legado deste tempo de graça para toda a Igreja. A reflexão tem como eixo central a virtude teologal da esperança. Em um primeiro momento, refletiremos sobre a esperança dentro do contexto bíblico, visitando suas raízes bíblicas no AT e no NT. Em seguida, fazemos um percurso histórico sobre o tema da esperança, percorrendo a patrística e a teologia tomista. Depois, visitamos a reflexão de Bento XVI, na Spe Salvi, <br>e a do Cardeal Cantalamessa na sua última obra sobre as virtudes teologais. Concluímos nosso percurso, colhendo as luzes oferecidas por Francisco e Leão XIV durante o Ano Santo, oferecendo, por fim, um Decálogo do Ano Jubilar, que sirva como legado e motivação para a vivência continuada do que celebramos.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Douglas Alves Fonteshttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/534Humildade e confiança. Uma análise exegético-teológica do Sl 1312026-08-05T10:33:32-03:00José Ancelmo Santos Dantasancelmo_dantas@outlook.com<p>O Salmo 131 integra o conjunto dos Cânticos das Subidas e apresenta-se como um hino de confiança individual, estruturado em três versos breves, mas carregados de profundidade espiritual e antropológica. Este estudo analisa a composição poética e linguística do salmo, com ênfase nos vocábulos hebraicos e nos paralelos temáticos com os demais salmos. A investigação parte da afirmação inicial do orante, que declara não possuir um coração orgulhoso nem olhos altivos, passa pela renúncia às grandezas e culmina na imagem de quietude e abandono confiante, simbolizada pela criança desmamada nos braços maternos. A análise também contempla os aspectos morfológicos, semânticos e sintáticos do texto hebraico, utilizando como base a Bíblia Hebraica Stuttgartensia. Ao longo do estudo, identificam se estruturas recorrentes e expressões que revelam a maturidade espiritual do orante, que encontra em Deus a verdadeira medida da humildade, da confiança e do silêncio interior. A conclusão do poema, dirigida a toda a comunidade de Israel, propõe uma atitude de esperança e de espera no Senhor, valorizando a dimensão coletiva da fé. O estudo busca mostrar como esse pequeno salmo é capaz de condensar uma rica teologia da confiança e do esvaziamento de si diante de Deus, sendo, ao mesmo tempo, um espelho da condição humana e um convite ao descanso interior no Senhor. A proposta metodológica une análise exegética, leitura literária e reflexão espiritual, a fim de iluminar a experiência bíblica de fé expressa na poesia salmódica.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 José Ancelmo Santos Dantashttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/535O rito na composição da narrativa do evangelho de João 2026-08-05T10:40:32-03:00Manoel Pacheco de Freitas Netomanoel.rjaneiro@gmail.com<p>Ao percorrer a bibliografia sobre o Quarto Evangelho, é bastante surpreendente notar que, embora haja uma quantidade notável de estudos sobre os sacramentos, bem como – embora um pouco menos – sobre o chamado misticismo joanino, não há nada sobre a relação entre sacramentos e experiência espiritual, muito menos entre a mística e o rito. Encontro me, portanto, na necessidade de entrar num novo campo de investigação, pela relação crítica entre a mística como experiência pessoal e interior, por um lado, e o rito como mediação sócio religiosa, institucional e simbólica, por outro. Existe uma conexão entre os dois, e o que é? De antítese ou tensão? Isso me desmembrou de novo para o Quarto Evangelho através de A. Destro-M. Pesce. Embora na verdade a categoria de sacramento derive da antropologia cultural, devemos primeiramente esclarecer os termos do problema e propor um status quaestionis.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Manoel Pacheco de Freitas Netohttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/536A eficácia salvífica da Caridade do Sangue de Cristo: Teologia da redenção a partir do beato Tomás Maria Fusco2026-08-05T10:50:37-03:00Gilcemar Hohembergergilcemar.hohemberger@professor.fsbrj.edu.br<p>O artigo investiga a eficácia salvífica do sangue de Cristo a partir da espiritualidade do beato Tomás Maria Fusco, propondo a <br>categoria “caridade do sangue de Cristo” como chave interpretativa da redenção. Em diálogo com a Escritura, a tradição teológica e a soteriologia contemporânea, sustenta-se que o sangue de Cristo não deve ser compreendido apenas em perspectiva sacrificial ou jurídica, mas como expressão histórica da caridade trinitária manifestada na autodoação do Filho. A reflexão evidencia a unidade entre sacrifício, amor e redenção, oferecendo uma releitura teológica capaz de superar reducionismos juridicistas e moralizantes.<br><br>Artigo elaborado e publicado com o apoio das Filhas da Caridade do Preciosíssimo Sangue. O autor expressa especial gratidão à Ir. Alfonsa Bove, FCPPS, a quem dedica este estudo, em sinal de estima e reconhecimento.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Gilcemar Hohembergerhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/537A respeito de um “esquadrinhamento” do compreender2026-08-05T11:00:23-03:00Leandro Assis Santosleandroas30@hotmail.com<p>Esse artigo tem por objetivo esclarecer alguns contornos de um conceito-experiência central à filosofia de Martin Heidegger, a saber, a noção de tonalidade afetiva (em alemão, Stimmung). Esta visa remeter o ser-aí (Dasein) ao espaço aberto que se efetiva como o lugar de realização de sua própria existência. A tonalidade afetiva dimensiona a inserção do ser-aí ao mundo, marcando decisivamente sua relação com as coisas que se apresentam no seio do aberto, bem como suas relações com os outros, delimitando o terreno da convivência.</p> <p>Esse artigo é oriundo de parte das pesquisas realizadas no âmbito do pós-doutorado junto ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), sob supervisão do Prof. Dr. Marcelo de Mello Rangel.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Leandro Assis Santoshttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/538Paradoxo Emergentista-Culturalista: uma Crítica Filosófica ao Antiuniversalismo nos Estudos da Linguagem2026-08-05T11:12:40-03:00João Claudio de Lima Juniorlimajr.lapal@gmail.com<p>Este artigo revisa as teorias emergentistas-culturalistas da linguagem natural no que diz respeito à dificuldade dessas abordagens em explicar por que o input cultural e social, apesar de sua alegada intensidade e riqueza, é insuficiente para gerar competência linguística plena fora do período crítico. A partir da análise de casos clínicos e experimentais, argumenta-se que essas teorias pressupõem, sem admitir, uma estrutura computacional funcionalmente especializada, o que compromete sua coerência epistemológica. Apresenta se, portanto, uma crítica à postura antiuniversalista vigente no âmbito dos estudos da linguagem, cuja raiz num empirismo radical particularista tem colocado em risco o caráter científico da Linguística.</p> <p>Este texto é fruto das reflexões desenvolvidas pelo autor ao longo de sua preparação do curso de Filosofia da Linguagem II da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. No entanto, muito do seu conteúdo começou a ser estruturado ao longo do tempo que passou sob a supervisão da professora Letícia M. S. Corrêa no Laboratório de Psicolinguística e Aquisição da Linguagem (LAPAL/PUC-Rio). Os modelos de aquisição da linguagem (Corrêa, 2009) e de computação linguística em tempo real (Corrêa; Augusto, 2007), com cujo desenvolvimento pôde contribuir minimamente, sempre se exigiram máximo rigor na compatibilização teórica de seus pressupostos a uma teoria de língua. Essa perspectiva conciliatória é a marca da crítica ensejada neste artigo. A produção deste texto também está em dívida com aluno do autor, Tomás Meissner Miranda, cujas perguntas o inspiraram a retomar a presente discussão.</p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 João Claudio de Lima Juniorhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/539O belo como expressão do Sagrado na mística de Rudolf Otto2026-08-05T11:24:51-03:00Francilaide de Queiroz Ronsifrancilaide@puc-rio.brAnderson Moura Amorimchristo.moura@hotmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo analisar a relação entre o sagrado e o belo na abordagem mística de Rudolf Otto (1869-1937), evidenciando a dimensão estética na experiência religiosa. A busca pelo sagrado e pelo belo é uma constante na história da humanidade, permeando diversas tradições religiosas, teológicas, filosóficas e culturais. A partir da obra O Sagrado (1917), Rudolf Otto propõe uma reflexão profunda sobre a mística e o conceito de beleza, iluminando a natureza da experiência religiosa e sua relação com o divino. Em sua análise, Rudolf Otto descreve a experiência mística como um encontro direto com o numinoso, uma realidade transcendente que ultrapassa os limites da compreensão racional humana. Além disso, argumenta que a beleza é uma expressão do Sagrado. Para alcançar os objetivos propostos, a metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, que permitiu elucidar as ideias de Rudolf Otto sobre a mística e o belo, analisando a influência desses conceitos na vida espiritual e na transformação pessoal. O estudo destaca três aspectos principais: analisar a experiência mística de Rudolf Otto como encontro com o numinoso; evidenciar a beleza como expressão do Sagrado em sua obra; demonstrar o impacto da experiência mística na transformação pessoal e na busca pela união com o divino. Conclui-se que Rudolf Otto integra a dimensão estética como elemento importante na experiência mística do Sagrado, ampliando a compreensão do fenômeno religioso e enriquecendo o debate acadêmico sobre sua relação com a estética.</p> <p> </p>2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Francilaide de Queiroz Ronsi, Anderson Moura Amorimhttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/540Revista de Filosofia e Teologia da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro2026-08-05T11:28:29-03:00Faculdade de São Bento do Rio de Janeirorevista.coletânea@corporativo.fsbrj.edu.br2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Faculdade de São Bento do Rio de Janeirohttps://www.revistacoletanea.com.br/index.php/coletanea/article/view/545Editorial2026-08-05T12:01:13-03:00Gilcemar Hohemberger gilcemar.hohemberger@professor.fsbrj.edu.br2026-08-07T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Gilcemar Hohemberger